Justiça dos EUA mantém presos brasileiros condenados por ‘sequestro’ de neto

 

O Justiça do Texas, nos Estados Unidos, condenou os brasileiros Carlos e Jemima Guimarães em maio deste ano a três meses de prisão, convertida em domiciliar após pagamento de fiança de US$ 1 milhão, mas o casal segue sem liberdade. De acordo com a sentença, os dois contribuíram para o sequestro do menino Nicolas, de oito anos, neto deles, residente em Salvador.

A mãe da criança, Marcelle Guimarães, alega que saiu do país americano e voltou ao Brasil após sofrer agressões de Chris Brann, com quem foi casada.

Nas redes sociais, áudios contestam a alegação de sequestro. Parte do material de defesa mostra Brann furiosamente ameaçando sua então esposa. “Eu vou destruir você se você não atender esse telefone”, diz ele em um dos registros.

De acordo com o G1, os Guimarães foram presos em fevereiro quando chegaram a Miami de férias. Brann, o pai das crianças, é um médico americano que vive em Houston e levou o caso ao Congresso dos EUA, onde pediu para Washington impor sanções ao Brasil por descumprir a convenção de Haia sobre o sequestro internacional de menores.

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